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segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

no inicio




Se o incesto causa graves problemas genéticos, como explicar então a formação da humanidade?
A Palavra de Deus nos informa que Deus criou Adão e Eva, e a humanidade foi formada a partir desse casal. Não houve outro grupo pré-adâmico ou criado depois.

Contudo, aquele que estabeleceu as leis também fez algumas exceções. Por exemplo: Eva foi retirada da costela de Adão, isto é, foi feita do mesmo material genético, mas como outra pessoa com sexo e personalidade diferentes, com outra performance. Essa atitude divina foi uma exceção na criação. Não vemos Deus repetindo o mesmo ato para criar outras pessoas.

Também houve exceção em relação à primeira geração dos filhos de Adão. Os primeiros descendentes dele casavam entre si e constituíam família. A história se repete nos primeiros dias após o dilúvio. Os filhos de Noé casaram-se entre si. Para que isso fosse possível, deve ter havido uma permissão genética. Essa permissão, se é que podemos chamar assim, foi conduzida pelo próprio Criador. Mas depois disso, com o decorrer dos tempos, a idade das pessoas sofreu uma alteração. Ou seja, elas não passaram a viver mais longos anos.

Sobre a longevidade dos homens, podemos perceber as mudanças acontecerem nos registros de Gênesis. Devemos conhecer as fases da vida humana. Nos primeiros capítulos de Gênesis, o homem vivia novecentos anos. Imediatamente, após o dilúvio, houve uma queda abrupta para quinhentos anos (Gn 11.11). Depois, a idade recuou para duzentos anos (Gn 11.32). Até que o tempo de vida humana estabilizou-se entre setenta e oitenta anos (Sl 90.10).

Na fundação do mundo, o relacionamento próximo não era considerado incesto (incestus = "hão casto" ou "impuro"). Tendo em vista as circunstâncias, não havia malícia naquele procedimento, era algo natural. Havia uma ética, cada filho com sua esposa. Não existia a libertinagem e os relacionamentos não eram mutantes. Somente depois, bem depois, da primeira geração, a humanidade se corrompeu em imoralidade, e os homens tomavam quantas mulheres queriam e desejavam (Gn 6.2-3). A maldade começou a brotar em seus corações. Então veio a punição, o dilúvio.

Uma vez formada a humanidade, Deus proibiu o casamento entre pessoas aparentadas, conforme vemos no capítulo 18 de Levítico. E as penas para esse tipo de coisa eram severas. E continuam sendo para os cristãos e para as culturas influenciadas pelas Escrituras. Por que? Porque o incesto é um procedimento aviltador e cheio de malícia. Degrada a moral e acarreta conseqüências genéticas.

A moralidade e a ética devem estabelecer a ordem matrimonial (Hb 13.4). Os cristãos devem ser exemplos dessa moralidade. Deus julgará os de fora (1Co 5.13).

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